quinta-feira, 13 de outubro de 2011

O USO DO GOOGLE EARTH

Como vão leitores ? Desculpe o sumiço pois estava envolvido com alguns projetos de geoprocessamento corporativos para empresa que trabalho. E viajando bastante, ministrando cursos e palestras sobre o uso do Google Earth Enterprise e  API premier do Google maps, utilização dessas soluções para empresas.
   Alguns alunos e amigos me cobraram um curso avançado do Google Earth para o dia a dia. Tanto para público especifico do geo e para aqueles aficionados em SIG.
Hoje trago a primeira parte do curso:  O USO AVANÇADO DO GOOGLE EARTH .
Recursos:


O primeiro passo para utilizar o Google Earth, é claro, consiste em instalá-lo. Mas não é qualquer computador que suporta o programa. A configuração mínima exigida é a de um PC com processador Pentium III 500 MHz (ou equivalente), 256 MB de memória RAM, 400 MB de espaço em disco, placa de vídeo 3D com 16 MB e resolução de 1024 x 768, além de conexão à internet em banda larga. Note, no entanto, que o Google recomenda uma máquina com, no mínimo, processador Pentium 4 de 2,4 GHz (ou equivalente), 512 MB de memória RAM, espaço em disco de 2 GB e placa de vídeo 3D com 32 MB.


  •  Software (google earth) que é gratuito e pode ser  baixado aqui , e instalado na sua estação de trabalho. Dúvidas para instalação ajuda clique aqui.
  • Boa vontade e Disposição, e um leve conhecimento de HTML Básico.

As perguntas irão começar, eu posso utilizar este material para que Google earth? 

  • Google earth EC.
  • Google earth PRO.
  • Google Earth (free).
  Obs: O tutorial será útil para todas as versos de Navegador da Terra da google. Há algumas modificações e utilidades nas versões pagas, só alguns recursos que não irão funcionar no Google Earth EC, como pesquisar que só irá funcionar se tiver licença PRO ou na customização do Google Earth Enterprise foi criado a função. 


   a) Conhecendo a Interface do Google Earth:


Depois de instalado (os passos da instalação não são abordados aqui por serem triviais), é possível acessar o Google Earth por um atalho na Área de Trabalho (Desktop) do Windows ou pelo Menu Iniciar, no item Google Earth. O sub-menu deste oferece três opções para iniciar o software: Google EarthIniciar Google Earth no modo DirectX e Iniciar Google Earth no modo OpenGL. A primeira opção - Iniciar Google Earth - abre o programa em sua configuração padrão, que usa as bibliotecas gráficas OpenLG. Se você notar uma lentidão muito grande ao fazer isso, feche o Google Earth e escolha o item Iniciar Google Earth no modo DirectX. Se notar alguma melhora, é porque sua placas de vídeo executa melhor o Google Earth usando as bibliotecas gráficas DirectX.
Uma vez que o Google Earth tenha sido carregado, uma tela semelhante a que é mostrada na imagem abaixo é exibida. Note que, para este tutorial, a visualização foi dividida em quatro partes para facilitar a explicação dos recursos do software.
A parte 1 vermelha contém os menus do programa. A parte 2 verde contém os recursos Pesquisar e Lugares, que permitem a localização das localidades das quais você deseja ver imagens, há também Camadas, que contem camadas de recursos do google earth, com  construções 3D.  A parte 3 é azul é a Barra de Recursos que contém os ícones de atalhos de algumas funcionalidades do google earth.

Parte 1: menus
Os menus permitem o acesso às funcionalidades essenciais do Google Earth. A versão usada neste tutorial é a  6.0 contém as seguintes opções:
  • Arquivo: este botão dá acesso a vários recursos, entre eles:

- Botão Abrir, que permite abrir um arquivo de localização (assunto abordado na segunda parte deste tutorial);

- Sub-menu Salvar, que permite salvar em formato JPEG a imagem que está sendo mostrada no momento e que também permite salvar um arquivo de localização dessa imagem. Assim, quando você quiser visitar esse ponto no Google Earth novamente, basta ir em Abrir e procurar esse arquivo. A opção Salvar também permite guardar um atalho do local que está sendo visualizado. Basta dar um nome a esse atalho e procurá-lo no recurso Lugares, mostrado na parte 2;
- Botão Reverter, que permite reverter as informações armazenadas em Lugares;
- Sub-menu Enviar por e-mail, que permite enviar pelo Gmail ou por um cliente de e-mail imagens ou arquivos de localização(Outlo;
- botão Compartilhar/Publicar, que direciona o usuário a uma página que explica como é possível compartilhar conteúdo (imagens, pontos interessantes, etc) pelo Google Earth;
- botão Visualizar no Google Maps, que permite a visualização do ponto atual no site Google Maps;
- botão Imprimir, para passar ao papel a imagem visualizada;
- botão Logout do servidor, que faz com que o Google Earth pare de acessar os servidores de imagens.

  •  Editar: menu que dá acesso às opções de colar, copiar, recortar, renomear, excluir ou atualizar atalhos de lugares e imagens, entre outros;




  • Visualizar: botão que dá acesso às opções de visualização, entre elas, desativar/ativar as barras de ferramentas, alterar a resolução, desativar/ativar grades, entre outros. Note que esse menu também dá acesso ao item Explorar, que permite escolher entre visualizar imagens da Terra, da Lua, de Marte ou do céu (constelações, planetas, etc), e também aos botões Imagens históricas e Superfície da água (ou equivalente). O primeiro permite ver conteúdo histórico de vários lugares (imagens anteriores), enquanto que o segundo permite analisar o mar. Você saberá mais sobre alguns desses recursos na segunda parte deste artigo. Outra funcionalidade interessante disponível no menu Visualizar é a opção de conferir as partes do planeta onde é noite. Para isso, basta escolha o item Dom (ou equivalente). Esse menu também oferece a opção Mostrar navegação, onde você pode escolher como os controles de navegação (vistos mais abaixo) aparecerão na tela;

  • Ferramentas: o menu Ferramentas permite alterar as configurações do Google Earth e acessar recursos adicionais, como o botão Web, que exibe um navegador de internet no programa, o botão Régua, que permite traçar um caminho ou medir a distância entre dois pontos, o botão GPS, que funciona apenas para quem é assinante do Google Earth Plus, o botão Reproduzir Passeio (ou equivalente), que exibe automaticamente os pontos marcados em Lugares, e o importantíssimo botão Opções.

       Hoje termino aqui este primeira parte do tutorial, que irei dividir em 3 partes, que serão apresentadas a baixo qualquer dúvida e só postar. Deixe seus comentários. 
  • Introdução: 
                              a) Conhecendo o Google Earth:
                              b) Menu de Opções
  • Adoção de Ícones Personalizados
  • Criar Balões Personalizados



quinta-feira, 7 de julho de 2011

Primeira etapa de construção de Belo Monte foi iniciada no Pará


Fonte: Jornal AMATA. 15/05/2009.

Caros amigos leitores, como esta semana eu estou em Belém , no Pará nada melhor que trazer noticias ambientais do estado, para os seres pensantes em Belo Monte seja contra ou a Favor segue a Noticia que saiu no site G1 no dia 07/07.
Os primeiros equipamentos que serão utilizados na construção da usina hidrelétrica de Belo Monte, no rio Xingu, no Pará, chegaram nesta terça-feira (5) ao município de Vitória do Xingu. A informação foi divulgada pelo Consórcio Construtor Belo Monte (CCBM).
São 37 máquinas, entre elas tratores, rolos compactadores, pás carregadeiras, escavadeiras e retroescavadeiras que viajaram 80 horas pelo rio, desde Belém até o sítio onde a obra foi iniciada.
Desde o último dia 23 é feita a terraplanagem e a supressão vegetal do local, etapas que antecedem a construção do canteiro, localizado a 50 km de Altamira. No pico da construção local deverá empregar até 20 mil trabalhadores. A primeira turbina deverá ser entregue em 2015, mas a usina operará com capacidade total somente em 2019. O custo estimado é de R$ 29 bilhões. 

terça-feira, 5 de julho de 2011

IBGE divulga Malha Municipal e Informações dos Setores Censitários do Censo 2010

O IBGE coloca à disposição do público a Malha Municipal Digital de Setores Censitários do Censo 2010, assim como os dados agregados por setor censitário da Sinopse Preliminar do Censo. A Malha, junto com os dados agregados, permite visualizar resultados do Censo 2010 em um mapa digital. Os setores são as menores unidades territoriais estabelecidas pelo IBGE para fins de coleta do Censo.
Para sua visualização, o IBGE está disponibilizando na sua pagina na Internet uma aplicação Web que permite exploração e visualização dos dados por município/subdistrito/bairro de todos os 316.574 setores censitários.Os arquivos da Malha Municipal e de Setores Censitários e da Base de Informações do Censo 2010 por Setores Censitários estão disponíveis no link http://www.censo2010.ibge.gov.br/sinopseporsetores/. 
Para trabalhar com a malha, é necessário utilizar um software de geoprocessamento. Para aplicações mais simples de recuperação de informações georreferenciadas, o IBGE disponibiliza o Estatcart, que pode ser obtido na Loja Virtual ou adquirido nas livrarias do IBGE, assim como um DVD contendo todos os dados e informações necessárias.A Malha disponibilizada em Unidades da Federação possibilita o cruzamento de informações do Censo 2010 com outras bases de dados compatíveis, o que a torna de fundamental importância para o planejamento de ações institucionais e políticas públicas nos municípios.A resolução do arquivo digital é variável: nas áreas urbanas é compatível com escalas cartográficas na faixa de 1:2.000 a 1:10.000 (o que significa que 1 mm no mapa representa entre 2 e 10 metros no terreno) e nas áreas rurais, com escalas na faixa de 1:25.000 a 1:250.000 (1mm no mapa representa entre 25 a 250 metros no terreno).O IBGE está disponibilizando também, no seu Banco de Dados Agregados (SIDRA), as informações por subdistrito/bairro que podem ser acessadas pelo Sistema de Recuperação Automática (SIDRA), no link http://www.sidra.ibge.gov.br/É possível construir informações por bairro como, por exemplo, a média de moradores por domicílio, a razão de sexo (número de homens para cada 100 mulheres) e o índice de envelhecimento, que é o número de pessoas idosas (com 65 anos ou mais de idade) para cada 100 pessoas jovens (de 0 a 14 anos). No município do Rio de Janeiro, por exemplo, os bairros com menor razão de sexo são Flamengo, com 50 mil residentes e 73,2 homens para cada 100 mulheres, e Copacabana, com 146,4 mil residentes e 74,3 homens para cada 100 mulheres. Os dois também têm os maiores índices de envelhecimento: 263,1 e 248,6 pessoas idosas para cada 100 jovens, respectivamente.Próximas divulgações: características do entorno e resultados definitivos do UniversoAté o momento, as divulgações do Censo 2010 já retrataram diversos aspectos da realidade nacional. 
Além da densidade demográfica e da contagem da população – detalhada até o nível de setor censitário e com informações por sexo, grupos de idade e situação de domicílio –, também já foram divulgados resultados preliminares do Universo até o nível de município, tais como condição de parentesco no domicílio, cor ou raça, alfabetização, registro de nascimento em cartório e, ainda, informações sobre os próprios domicílios, relativas ao número de moradores, acesso a serviços básicos saneamento, iluminação e rendimento mensal domiciliar per capita.Está prevista para ainda este mês a divulgação das características urbanísticas do entorno dos domicílios. Em outubro, serão publicados os resultados definitivos do Universo, inclusive por setor censitário, além de informações sobre aglomerados subnormais e indicadores sociais municipais básicos. Em novembro, começa a divulgação dos dados preliminares da Amostra. O calendário completo, com divulgações previstas até 2012, está disponível no link: 
http://www.ibge.gov.br/home/estatistica/populacao/censo2010/calendario.shtm



Data: 4/7/2011

Fonte: IBGE

quinta-feira, 30 de junho de 2011

Aplicação WEB Uso da API do Google Earth

     Esta noticia vai de encontro ao novos conceitos para o uso da web para o polo Geotecnológico. A chamada WEBGIS OU WEBMAPPING, leia a baixo. Esta notícia foi publicada em 14 de junho 2011 ,pelo site aqui  AMBIENTE BRASIL.


Alemanha utiliza Google Earth para incentivar o uso de energia solar


O software, baseado em critérios de inclinação, incidência de raios solares e período diário em que o telhado fica na sombra, aponta telhados com melhores condições para instalação de placas solares.Já são mais de 500 mil telhados mapeados e cerca de 60 instalações incentivadas pelo sistema. Com isso Berlin avança na sua meta de reduzir 40% de suas emissões de CO2, em relação aos níveis de 1990, até 2020. Quem é que poderia imaginar que o Google Earth algum dia poderia ajudar a incentivar o uso de energia solar?  Pois na cidade de Berlim isso já está acontecendo, por meio de um aplicativo desenvolvido para o programa, o Solar Atlas Berlin. 


Para ver o Solar Atlas Berlin, você precisa ter o Google Earth mais novo instalado e baixar o aplicativo aqui. Se preferir, existe uma versão simples on lineE o mais interessante de tudo é que o aplicativo não foi por nenhuma ONG, ou grupo de moradores, e sim pelo Senado da cidade. 

Fonte: Este post foi publicado em Sustentabilidade e tags . Bookmark o permalinkComentar ou deixar um trackback:Trackback URL.

Segunda Edição da Revista FOSSGIS Brasil e Lançada !!!

      Vale a pena conferir o lançamento da Revista FOSSGIS Brasil, nesta edição o foco é  tratamento e o uso dos sistemas de informações geográficas (SIG) livres no ensino, mostrando que é possível sim, proporcionar um ensino de qualidade utilizando o software livre, assim como é feito no curso superior de Geoprocessamento do IFPB. Também tivemos o prazer de nesta edição realizar uma entrevista com Jorge Xavier da Silva, professor emérito da UFRJ e mentor do primeiro SIG nacional, o SAGA-UFRJ. Ainda nesta edição você poderá conferir os artigos sobre o WKT Raster, uma alternativa do PostGIS para manipulação de informações Raster, Quantum GIS, Kosmo GIS,  a continuação da coluna Mobile GIS, entre outros. Para ler ou baixar a revista clique aqui. Boa leitura a todos. 



segunda-feira, 27 de junho de 2011

CNI: usinas sem reservatórios deixam sistema elétrico vulnerável


Fonte: O Estado de S. Paulo

A construção de mega hidrelétricas, como as de Belo Monte, Jirau e Santo Antônio, elevará a potência instalada do Brasil, mas não vai alterar a capacidade de armazenamento de água no sistema. Para reduzir os impactos ambientais, as novas usinas estão sendo construídas a fio d?água, sem reservatórios. Na prática, isso significa ter um sistema mais vulnerável às condições climáticas e mais complexo do ponto de vista de operação.

É o que mostra o estudo Energia e Competitividade na Era do Baixo Carbono, elaborado pela Confederação Nacional da Indústria (CNI). De acordo com o trabalho, a capacidade do sistema hidrelétrico de estocar água no período úmido para suportar o período seco cairá dez pontos porcentuais até o fim da década, de 41% para 31%.Segundo a CNI, no passado, os reservatórios conseguiam aguentar até dois anos com períodos secos mais severos. Hoje, esse tempo está na casa de um ano, e tende a piorar com as usinas em construção e o aumento do consumo interno. Até 2007, a relação entre o tamanho dos reservatórios e a potência das hidrelétricas era de 0,51 quilômetros quadrados (km²) por megawatt (MW). Nas novas usinas, esse número é de 0,06 km²/MW."Sem reservatórios, não aproveitamos todo o potencial hídrico do País. Só aproveitamos as quedas d"água. Quem vai pagar é a sociedade", avalia o vice-presidente da CNI, José de Freitas Mascarenhas. Ele destaca o caso de Belo Monte, que terá capacidade de 11.233 MW, mas vai gerar 4.571 MW médios. No período chuvoso, a usina produzirá na capacidade máxima. Mas, na seca, a produção poderá cair para meros 690 MW médios por causa da falta de reservatório.A usina vai gerar conforme o regime hidrológico da região. Para se ter ideia, a quantidade de água no mês mais úmido do Rio Xingu é 25 vezes maior do que no mês mais seco, segundo a CNI.A solução para contornar o problema, que foi criado para resolver outro problema (dos impactos ambientais), é diversificar as fontes de energia, avalia o professor da UFRJ, Nivalde Castro. Hoje, 75% da matriz brasileira é hídrica e 15%, térmica. O restante vem de usinas eólicas, nucleares, de biomassa e de pequenas centrais hidrelétricas (PCH). Para Castro, o Brasil não pode renunciar às hidrelétricas, mesmo que elas sejam construídas sem reservatórios.Ele acredita que o caminho do governo de apostar na energia eólica e bioeletricidade para complementar o sistema é positivo. No Nordeste, onde está o maior número de projetos eólicos, o período seco coincide com o maior volume de ventos. Já no Sudeste, a safra de cana ocorre no período de estiagem, que reduz o nível dos reservatórios. Essa lógica está traduzida no Plano Decenal 2011/2020. No planejamento, as fontes alternativas vão alcançar 16% da matriz até o fim da década. Mas há quem discorde. Afinal, essas fontes também dependem de condições climáticas.

Banco de Dados Geográficos (BDG)

              Caros amigos leitores, hoje o assunto é sobre a tendência de mercado  de Geoprocessamento, para alguns acabou aquela história de me passa o arquivo shapefile no pendrive !! A onda é o Geoprocessamento Corporativo, isto mesmo desenvolvido para assessorar a administração pública através de informações confiáveis e de fácil acesso, o geoprocessamento corporativo  disponibiliza para seu usuário informações que podem ser acessadas de qualquer lugar onde exista uma conexão internet, com informações de uma base cartográfica precisa, validada por um banco de dados atualizado diariamente.  Há mais agentes neste caso envolvidos para chegar ao nível de corporativismo pois não é banco de dados não são desde soluções desktop há publicações na web. Veja na figura abaixo:



Mais hoje vou falar de Bancos de Dados Geográficos: São banco de dados preparados para armazenar dados sobre informações espaciais.São comumente chamados de Sistemas de Informações Geográficas (SIG). Este tipo de banco de dados tem o intuito manipular um imenso volumes de informações de grande complexidade, como mapas e imagens de satélite.
Objetivo é  aplicação desta ferramenta em diversas áreas do cadastro, tais como Educação, Hidrografia, Saúde, Segurança Pública, Transporte e Tributação, incorporando assim o caráter multifinalitário. 

Quer saber mais sobre BDG abaixo eu recomendo a leitura de um livro online do INPE , que trata o assunto bem mesmo, falando sobre vários aspectos . Abaixo para facilitar a busca estão os links para melhorar sua pequisa um abraço a todos.

Bancos de Dados Geográficos - Capítulos:



Fonte: INPE da seguinte forma CÂMARA, G.; DAVIS, C.; MONTEIRO, A. M. V. (org.). Introdução a Ciência da Geoinformação. São José dos Campos: MCT/INPE [INPE-10506-RPQ/249], 2001. 345 p. Disponível em: <http://mtc-m12.sid.inpe.br/col/sid.inpe.br/sergio/2004/04.22.07. 43/doc/publicacao.pdf>. Acesso: 14 mar. 2009.